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"Só existem dois tipos de Homens no Mundo, os que deixam obras feitas e os que nada fazem, apenas criticam."

S.C. Borbense G.U.V.B. E.F.F. S.C.B. Barbus Futsal Barbus Atletismo

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domingo, outubro 17, 2010

1ª Divisão Distrital

SEMANA DE EMPATES PARA AS EQUIPAS DA ZONA DOS MÁRMORES

Realizou-se este fim-de-semana a 3ª Jornada da 1ª Divisão Distrital de Évora, e depois de uma jornada onde todas perderam e de outra onde todas ganharam, esta jornada as equipas da Zona dos Mármores empataram, à excepção do C.F. Estremoz que descansou.
O S.C. Arcoense recebeu o Aldeense e não foi além do empate 1-1. Depois de ser adiantado por Luis Miguel, a equipa verde e branca não conseguiu segurar a vantagem e viu os visitantes empatarem ainda antes do intervalo. Na segunda parte o Arcoense esteve várias vezes perto de marcar, mas o resultado já não se alteraria;
O C.F. Estremoz descansou nesta jornada;
O Rosário foi a Fazendas do Cortiço e conseguiu empatar 2-2, podendo considerar-se um bom resultado no terreno de uma equipa que ainda não perdeu esta época. A equipa do concelho do Alandroal é mesmo nesta altura a equipa da Zona dos Mármores melhor classificada.

Os resultados da 3ª Jornada foram:

S.C. Arcoense 1 - Aldeense 1
L.C.D. Arraiolense 0 - Luso Morense 2
S.B. Outeiro 1 - Lavre 1
Fazendas Cortiço 2 - Rosário 2
São Manços 9 - Vera Cruz 0
Valenças 1 - Alcaçovense 1
S.C. Brotense 1 - Desp. Cabrela 1
C.C. Corval 3 - Santana do Campo 1
Folga: C.F. Estremoz

Classificação:

1º - Luso Morense - 7
2º - Valenças - 7
3º - Cabrela - 7
4º - São Manços - 6
5º - L.C.D. Arraiolense - 6
6º - Alcaçovense - 5
7º - Fazendas do Cortiço - 5
8º - C.C. Corval - 4
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9º - Rosário - 4
10º - S.C. Brotense - 4
11º - S.B. Outeiro - 4
12º - C.F. Estremoz - 3 (-1J)
13º - Aldeense - 1
14º - S.C. Arcoense - 1 (-1J)
15º - Lavre - 0
16º - Santana do Campo - 0 (-1J)
17º - Vera Cruz - 0

7 comentários:

blog do arraiolense disse...

Seniores: LCDA 0-2 Morense

O LCDA perdeu esta tarde com o Luso Morense por 2-0 em jogo a contar para a 3ª jornada do campeonato distrital 1ª divisão da AFÉ. A equipa visitante marcou os seus dois golos nos primeiros 20 minutos de jogo. A partir daí a nossa equipa teve mais posse de bola mas não criou situações claras de golo.
Este jogo já passou e temos de pensar já no próximo contra o Lavre.

11 inicial do LCDA:
Flávio, Dico, Vitor Soares, João Serrano, Val, Alexandre, Ricardo Ferreira (Paulo Pombinho), Nuno Lopes, Daniel (Pedro Pimpão), Rui Vagarinho (Miguel Imaginário) e Márcio.

blog do vera cruz disse...

DERROTA MUITO PESADA...

são manços 9 X 0 FCVC

o fcvc alihou com:
1- bimbo
3- guilherme
5- ricardo>>>
7- vitinho(cap)>>>
8- andre julio
9- banana
10-tiago
11-vitor
13-ze domingos
17-carlinhos
19-silvio

SUPLENTES
4- claudio
14-ze henrique
16-káká<<<
18-fabio<<<

blog do lavre disse...

Outeiro 1 - Lavre 1

Ainda não foi desta que o Lavre conseguiu a vitória, no entanto obteve o seu primeiro ponto nesta competição.
Por Lavre alinharam:
GR Nando
DE Lisboa
DD Pápó
DC Ganso
DC Lambreta
MC Gaitas
MC Bruneco
MC Fábio
ME Spike
MD Henrique
AV Fala
Jogaram ainda:
Banha
Brito
Maçã
A equipa Lavrense iniciou o jogo com grande vontade de alterar a onda de derrotas que a acompanha desde o início do campeonato. Foi possível assistir nos primeiros minutos a uma constante toada de ataque por parte do Lavrense, demonstrando um crescendo na adaptação ao estilo de futebol praticado no distrital, conseguindo aliviar sempre que necessário, colocando a bola na frente.
Foi de um livre a meio do meio campo do Outeiro que Bruneco obteve o primeiro e único golo do Lavrense, fazendo a bola passar ao lado da barreira sem qualquer hipótese para o Guarda-redes adversário. Logo de seguida, após mais uma bola parada, Ganso faz o mais difícil, não concretizando o que seria o segundo golo e, por consequência, a tranquilidade para a equipa forasteira. Ainda nesta fase do jogo, realce para um excelente remate de Fala correspondido por uma grande defesa do redes adversário.
Na segunda metade da primeira parte, assistiu-se ao início da reacção da equipa do Outeiro ,ainda que consentida e à lesão de Nando que obrigou o Lavre a efectuar a primeira substituição forçada da partida.
À entrada para o segundo tempo, o Lavre faz a segunda substituição, entrando Brito para o lugar de Henrique, com Fábio a descair para Médio ala esquerdo, contudo mantendo a estrutura inicial.
Para além desta alteração, quando o Outeiro procurava constantemente o golo do empate, Ganso lesiona-se e força a terceira substituição, obrigando Fala a recuar para o lado de Lambreta e Maçã a entrar a frente de ataque do Lavre. Daqui em diante só deu Outeiro e, mais uma vez, numa desconcentração da equipa Lavrense, o Outeiro chega ao empate após a marcação de uma grande penalidade.
Para finalizar, pode-se afirmar que o resultado foi justo, pese embora a fraca segunda parte apresentada pelo Lavre.

blog do outeiro disse...

Resultado Justo

Este sábado realizou-se a 3º jornada do campeonato distrital de Évora, o nosso SBO recebeu a equipa que nos tinha eliminado na taça distrito, o Lavre.

Ao contrario do que se esperaria foi a equipa forasteira a entrar bem melhor no encontro, e logo á passagem do 8min inaugura o marcador na transformação de um livre directo (7 golos sofridos de bola parada até a data) que enganou completamente o nosso g.redes pensando este que a bola iria para fora, com este golo a equipa forasteira ganhou animo e passados 3min.do golo inaugural poderiam ter aumentado a vantagem, novamente de bola parada e quase á boca da baliza o jogador adversário atirou por cima, após este lance assistiu-se a um jogo mal jogado de parte a parte, bolas para o ar, futebol directo, jogadas mal delineadas , etc. No 35min, após um batimento de canto a favor da nossa equipa o Lavre recupera a bola e no contra-ataque quase que voltaria a desfeitear a nossa baliza, após um grande remate á entrada da area de um jogador do lavre o nosso g.redes efectua uma grande defesa para canto redimindo-se de uma má abordagem ao lance que originou o primeiro golo do encontro, até final da primeira metade nada mais foi digno de registo.
Na segunda metade do encontro tudo foi diferente, a atitude e a vontade de jogar futebol fez com que a nossa equipa encostasse o Lavre para a sua área, apesar de nem sempre bem jogado a nossa equipa controlava o jogo, optando por processos simples o SBO tentava de todas as formas chegar ao empate, ao 15min Guilherme quase que faz golo, num remate a entrada da área o g.redes adversário defende enviando a bola pela linha de fundo, num dos momentos que o lavre passava por momentos de aperto e numa situação de bola para a frente um jogador adversário isola-se perante o nosso g.redes, este ao picar a bola por cima de Fabio atira para fora, registando-se aqui a grande situação de golo da equipa forasteira na segunda parte, após mais uma incursão de Guilherme pela zona ofensiva e ao tentar ultrapassar um adversário dentro da área é derrubado originando g.penalidade a nosso favor, na marcação da mesma Fábio Medeiros restabelece a igualdade, até final do encontro tentou-se chegar á vitória, já se sentia algum desgaste dos jogadores adversários, nesta altura quando se pedia calma para finalizar e na ânsia de chegarmos aos 3pontos não existiu discernimento suficiente para alcançar a vitoria.
Em suma, uma primeira parte muito mal jogada, o que não vinha sucedendo anteriormente, uma segunda metade melhor, e nota uma vez mais para os lances de bolas paradas que este ano é o nosso calcanhar de Aquiles.
Arbitragem Regular embora a meio do segundo tempo tenha faltado mostrar a segunda cartolina amarela a um jogador forasteiro.
De louvar a atitude dos adeptos do lavre, com uma grande falange de simpatizantes e dar desde já os parabéns pelo primeiro ponto conquistado nesta sua nova aventura.
Como ultima nota, este jogo teve a presença de um observador da AFE, como é do domínio público o arbitro que apitou este encontro provavelmente fará a sua ultima época a dirigir jogos de futebol e futsal, agora a questão, porque razão não foi delegado também um observador para o jogo com o Morense quando se sabe e sabia que o arbitro nesse encontro (jovem e que pode progredir na carreira, ao invés do sr.carretas visto que a idade já não lhe permite) iria estar em permanente pressão dos adeptos da casa, num campo difícil com imensas pessoas a assistirem ao jogo a AFE deveria saber que não é tarefa fácil para os árbitros apitarem naquelas condições que os apoiantes do Mora fazem com toda a legitimidade.
È pena que só após as situações acontecerem se lembrem de A B ou C, quando estas mesmas poderiam ser evitadas bastava para isso utilizarem um pouco de bom senso.
O SBO alinhou com:
Cachapa,Albertini, Guilherme, Ricardo;Jaime;Farinha;Ferro;Dani,Medeiros,Rui,Joao.

blog do c.c. corval disse...

O MESMO FADO, MAS COM SINA DIFERENTE

Várias oportunidades criadas, outras tantas desperdiçadas, um golo sofrido, intranquilidade e perda de pontos.
Este foi o fado da Casa de Cultura de Corval na época passada, esta só não foi a sua sina no jogo frente ao Santana porque a vitória acabou por sorrir aos pupilos de Balé.
Com várias alterações no «onze» em relação ao jogo de Cabrela, a Casa de Cultura teve tudo para acabar com o jogo logo nos primeiros 45 minutos. Criou várias oportunidades mas desperdiçou-as todas, incluindo uma grande penalidade. Acabaria por marcar num auto-golo de Rui Duarte, aos 34 minutos que, à ponta-de-lança, fez um grande golo, mas na baliza que menos desejaria. E acabaria por ser este golo a marcar o início do fim da resistência do Santana em São Pedro do Corval.
Técnica, táctica e fisicamente mais forte, a equipa da casa foi sempre senhora do jogo, com um clássico 4x4x2, não permitiu qualquer veleidade ao adversário e em posse de bola semeou o pânico junto do último reduto contrário, onde o guarda-redes Rui Freixa e o lateral esquerdo Márcio se mostraram como os mais competentes a defender. Por sua vez, o Corval com um meio campo muito criativo (Mário Amélio, Balé, Nuno Bernardino e Canilhas) e uma dupla avançada muito rápida e móvel (Zé Belo e Bibiu), destroçou por completo um meio campo adversário que cedo deixou de existir, colando-se muito ao quarteto defensivo, e abriu brechas por todos os lados na defesa do Santana. Contra estes factos, poucos argumentos encontrou António Barbosa e os seus pupilos para contrariar a «task force» corvalense. Valeu a tarde desinspirada dos da casa (mais uma) para que o resultado não fosse já desnivelado ao intervalo. Ainda assim, nota de relevo para o excelente golo de Zé belo, num chapéu muito bonito e bem executado a Rui Freixa.
Mas, no futebol a tradição ainda continua a ser o que era e quem não marca arrisca-se a sofrer. Sem que nunca tivesse colocado em perigo a baliza do estreante André Amador, que foi um mero espectador ao longo dos primeiros 45 minutos, a equipa do Santana chegou ao golo por intermédio de João Ravasqueira, na transformação de uma grande penalidade, e fez regressar ao Parque Desportivo de Corval os fantasmas da época passada. De tal forma que os visitantes chegaram a fazer mais em dez minutos do que em toda a primeira parte, aproveitando a intranquilidade da equipa da casa. Não fosse a determinação e o acreditar de Hélio Santos, entretanto lançado na partida por Balé, a fazer um golo algo caricato, e as coisas poderiam complicar-se bastante nos instantes finais da partida.

blog do c.c. corval disse...

A vitória do Corval é justíssima, mas peca por muito escassa, e tivesse enfrentado outro adversário com argumentos mais fortes e a sina poderia mesmo confirmar-se. Contudo, é justo reconhecer que esta equipa constrói sempre várias oportunidades de golo nos jogos que realiza, demonstrando trabalho de casa, confiança e qualidade, embora continue a pecar na finalização.
Agora que não deixa de ser uma pena a equipa não desfrutar desse momento único do festejo do golo mais vezes, quando faz o mais difícil, que é fazer chegar a bola junto das balizas contrárias em condições de ser «empurrada» lá para dentro, lá isso não.
Ainda assim, o mais importante foi conseguido, a vitória e os três pontos.
Quanto ao Santana, para quem procura ficar entre os seis primeiros, tem ainda um longo caminho a percorrer.
O Árbitro Carlos Rodrigues provou que tecnicamente é, de facto, um dos nossos melhores árbitros. Disciplinarmente esteve igualmente muito bem. Os seus auxiliares, com um ou outro lapso, também estiveram em bom plano.
João Mendonça e Canilhas estiveram em bom plano na equipa da casa, mas Mário Amélio foi o elo mais forte. Voltou a realizar um grande jogo. Sempre bem posicionado, mandou e comandou a zona central do meio-campo, intransponível no jogo aéreo, foi o primeiro tampão do quarteto defensivo e quem deu sempre o primeiro «passo» na saída para o ataque. Boa surpresa.
Na equipa do Santana, Márcio e Rui Freixa (pese embora o terceiro golo sofrido por falta de atenção) não tiveram quem os acompanhasse numa boa exibição.


Joaquim Oliveira - RC Alentejo

Libato 61 disse...

O Arcoense parece não "encarrilhar".
Esperava mais desta equipa que fez boas aquisições!

Mas também ontem ouvi que " um tal " jogou efectivo...........já foi bom não terem perdido!

iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii